sexta-feira, 25 de agosto de 2017

TECNOLOGIA ASSISTIVA CONTRIBUI PARA INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

TECNOLOGIA ASSISTIVA CONTRIBUI PARA INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

Fonte: Internet
O avanço da tecnologia contribui cada vez mais para a inclusão de crianças e jovens com deficiência, equipamentos de comunicação alternativa, materiais protéticos, entre outros, conciliam na habilidade, tornando-se ferramentas úteis para cada um.
 A fim de possibilitar as pessoas com deficiência viverem de forma independente e participarem plenamente de todos os aspectos da vida,  em igualdade de oportunidades com os demais.
Essa reportagem tem como objetivo de estudo o uso da tecnologia na educação inclusiva, tem como foco principal crianças com necessidades e sua inserção na escola.
Concluo que, se a tecnologia tem muito a oferecer para crianças normais de um modo geral, ainda mais terá a contribuir para pessoas com necessidades especiais.
Segundo Radabaugh (1993) a tecnologia torna as coisas possíveis para pessoas com necessidades. De acordo Cook e Hussey (1995) a tecnologia  são estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas.
A tecnologia assistiva (TA) deve ser entendida como auxílio que promoverá a ampliação de habilidades funcionais deficitárias.
A educação inclusiva foi criada para dar a todas as crianças e adolescentes o direito de estudar e fazer parte do sistema regular do ensino. O objetivo não é tratar todos como iguais, mas mostrar que as pessoas são diferentes e que isso precisa ser respeitado. Portanto a educação inclusiva é muito importante e deve ser levada a sério.
A introdução de novas tecnologias na escola deve favorecer a aquisição de novos conhecimentos e a capacidade de criação. A educação inclusiva devolve-se em torno da igualdade de oportunidades, independentes de suas diferenças. Partindo do pressuposto que aprender é fazer, a tecnologia deve ser encarada como um elemento cognitivo capaz de facilitar a estruturação de um trabalho viabilizando a descoberta, garantindo condições propícias para a construção do conhecimento.

Márcia Lopes 

ACESSIBILIDADE DIGITAL FAVORECE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS

acessibIlidade digital favorece pessoas com deficiências



SOLUÇÃO TECNOLÓGICA LANÇADA PELO MEC PERMITIU a produção de livros em formato digital acessível A alunos com deficiências

Desenvolvido através da parceria entre o Ministério da Educação e o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro - NCE/UFRJ - o Mecdaisy possibilita a produção de livros digitais falados e sua reprodução em áudio, gravado ou sintetizado, no padrão Daisy, que é um formato acessível igualmente a qualquer pessoa. É isso que acontece com os alunos atendidos por Maria Rita (AEE - EEAB) e outras educadoras da mesma escola, em Sete Lagoas, MG. São acompanhamentos feitos com diversos alunos, com faixa etária entre 10 e 15 anos, com deficiência visual ou dificuldades em leitura e escrita utilizando o MecDaisy como uma das ferramentas pedagógicas. O programa é utilizado há um bom tempo na escola e com a garantia de que é de fácil navegação. “Os alunos se concentram e empenham bastante na utilização dessa ferramenta apresentando cada vez mais, um desempenho cognitivo satisfatório”, diz Maria Rita.
Esse aplicativo apresenta várias funcionalidades como a reprodução sincronizada de trecho destacado, a possiblidade de recuar ou avançar parágrafos e também buscar seções ou capítulos. Há ainda, a possibilidade de anexar anotações aos arquivos do livro, exportar o texto para impressão em Braille e fazer a leitura em caractere ampliado. Tudo isso facilita a esses alunos garantindo-lhes de forma gratuita, o acesso à leitura com formato áudio e texto digital. E também pode ser utilizado por qualquer outra pessoa com facilidade.
Essa e outras ferramentas digitais contribuem para alunos com deficiências em todos os espaços e tempos, buscando encontrar caminhos alternativos para o desenvolvimento de habilidades e competências. É a tecnologia a favor de todos!

Referências:
Programa MecDaisy
Recursos digitais

Junia de Almeida Souza Vieira


Aplicativo em uso na Educação Inclusiva

Aplicativo em uso na Educação Inclusiva

Fonte: www.blogdotas.com.br
Os aplicativos, cada vez mais presentes na área educacional, é capaz de ir além de simples aquisições. O mesmo pode ser grande aliado do desenvolvimento cultural, social, físico e psíquico na educação. Em se tratando da educação Inclusiva, o efeito não é distinto, uma vez que os aplicativos passam a ser um aprendizado do aluno em geral, sendo que todos os alunos podem conviver, aprender e participar das atividades relacionadas com os aplicativos. Tanto que para crianças com necessidades especiais, a diversidade assimilada com aplicativos pode trazer características temporárias ou permanentes. Observa-se uma melhora eficiente na autoestima e a faz se sentir acolhida no meio escolar e social. Os mesmos possibilitam desenvolvimentos que nem sempre são possíveis com outras artes e didáticas. De fácil acesso e manuseio, os aplicativos ganham cada vez mais espaço na educação inclusiva, uma vez que os mesmos possuem ferramentas capazes de despertar interesse, habilidades e adquirir conhecimento enriquecendo o aprendizado.
Um fato relevante ocorreu em uma determinada escola pública na qual a criança portadora de necessidades especiais, foi submetida a diversas formas de aprendizado sem nenhuma evolução de desenvolvimento. Foram apresentados além da didática tradicional, várias tecnologias sem obtenção de resultados positivos e eficientes.
Ao ser apresentado o tablet e sugerido que utilizasse o aplicativo Livox®, notou-se que tal aplicativo havia despertado interesse na criança. A partir desse momento no qual foi observado esse interesse, a equipe pedagógica se uniu juntamente com a família, apresentando essa didática como a melhor forma de absorção de aprendizado da criança.
Em comum acordo e após pesquisa observando desde criação até funcionalidade, foi inserido o aplicativo como ferramenta. A aceitação foi notória, pois se percebeu o desenvolvimento, agregado ao interesse e aprendizado da criança. Ocorreu uma interação não só social, bem como física, intelectual e cultural. A família teve grande participação, sendo que os pais aprenderam a utilizar o aplicativo para que pudessem auxiliar nas tarefas a serem desenvolvidas tanto em casa quanto na escola, e para que eles se interagissem com maior facilidade com a criança.
Criado e idealizado por Carlos Edmar Pereira, Livox® é o primeiro software de comunicação alternativa para tablets, com tradução em Português do mundo. Ao abrir a tela, são apresentados quadrinhos que informam sobre necessidades, emoções, o que comer, brincar e ainda pode iniciar a exibição de vídeos e filmes. É um aplicativo que fala pelo usuário. Além disso o software está sendo adequado para aquele que só será capaz de operá-lo através dos olhos.
Trata-se um aplicativo que atende diferentes deficiências e doenças, como autismo e até mesmo sequelas de AVC, dentre outras diversidades.
Foi reconhecido pela ONU(Organizações das Nações Unidas), o qual foi premiado na categoria de melhor tecnologia do mundo.
Sabendo que muitas necessidades especiais, inclusive no caso do autista, apresentam características como difícil aceitação, isolamento, resistência, o aplicativo foi inserido de forma conjunta entre escola, família e aluno. O resultado, que a cada dia evolui , avança cada vez mais rumo a uma educação inclusiva, onde a tecnologia é capaz de ser um diferencial no mundo da inclusão social.

Joseny Siqueira, Aurene Catarina, Gisélia Carvalho e Glícia Martins

QUEBRANDO BARREIRAS DA COMUNICAÇÃO

QUEBRANDO BARREIRAS DA COMUNICAÇÃO
NOVO APP REVOLUCIONA O PROCESSO DE INCLUSÃO NAS ESCOLAS


Fonte: http:/ www.livox.com.br
Uma pesquisa realizada pela folha de São Paulo “aponta que existem mais de 1 (um) bilhão de pessoas com deficiência no mundo”, (dados fornecidos pela Organização Mundial  de Saúde- OMS). Atualmente foi criado no Brasil um aplicativo chamado LIVOX (Liberdade e Voz) que permite a comunicação de pessoas com deficiência. Esse app foi criado por Carlos Edmar, para poder se comunicar melhor com sua filha de 9 anos com paralisia cerebral, essa idéia revolucionária tem ajudado várias pessoas com deficiência no mundo inteiro.
Carina Barbosa (professora de atendimento especializado) conta “que quando viu o LIVOX na televisão sentiu a necessidade de que deveria levar essa nova experiência para seus alunos, pois a Escola em que trabalha é referência no atendimento de pessoas com deficiência”. Ela passou a usá-lo em sala de aula para estimular o potencial de seus alunos com dificuldades na fala, permitindo assim que se expressassem com mais facilidade. Primeiramente a professora identificou as necessidades de cada aluno com deficiência, para assim poder usar o aplicativo, mas sempre os observando quanto ao uso do mesmo para ver se houve socialização e as dificuldades quanto ao seu manuseio.
            Livox é o primeiro aplicativo de comunicação alternativo totalmente em português, disponível para Android. Além de possuir várias palavras e imagens que são reproduzidas em áudio quando são selecionados, ele ainda reproduz em áudio textos digitalizados através de teclado virtual ou oferece ainda a construção de frase como: “Eu quero...”seguido de opções como “brincar”, “almoçar ‘,que por sua vez são sucedidos de botões com imagens.
Segue o vídeo abaixo retirado da Folha de São Paulo que facilita o melhor entendimento quanto ao uso do aplicativo: http://video27.mais.uol.com.br/16048756.mp4?ver=0&r=http://mais.uol.com.br&hashId=15024193820461982.
As vantagens desse aplicativo é que os alunos podem se expressar com mais facilidade, relatar emoções, indicar o que querem comer, selecionar desenhos, filmes, jogos, além de facilitar as expressões das necessidades e sentimentos através de imagens e sons por associação.
 As desvantagens do Livox é que por se tratar de um recurso tecnológico pode encontrar alguns problemas em sua adesão, pois exige investimentos das escolas, pois as mesmas precisam adquirir celulares ou tablets e possuir acesso à internet, o que impediria que essa nova tecnologia chegasse as escolas públicas pois o governo pouco investe na Educação Inclusiva no Brasil.

Larissa Augusto, Danielle Rodrigues, Izabel Cristina e Jéssica Luana


quinta-feira, 24 de agosto de 2017

PROFESSORA USA APLICATIVO QUE AJUDA CRIANÇA AUTISTA A SE COMUNICAR NA ESCOLA



PROFESSORA USA APLICATIVO QUE AJUDA CRIANÇA AUTISTA A SE COMUNICAR NA ESCOLA

As pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), uma síndrome neurobiológica de origem genética que afeta a capacidade de comunicação e não tem cura, parecem viver em um mundo à parte. Autistas enxergam o mundo de outro ponto de vista e muitas vezes se sentem frustrados quando não conseguem se comunicar de maneira efetiva, o que pode desencadear crises de estresse.
A professora Maria Clara da Silva, que leciona no 5ºano do ensino fundamental da ESCOLA MUNICIPAL “ALICE DOS ANJOS”, zona norte de Belo Horizonte, recebeu em sua turma o aluno João Paulo portador do transtorno acima citado e logo observou a necessidade de encontrar uma forma de se comunicar com o mesmo. Diante do desafio a professora foi em busca de recursos que pudessem auxiliá-la.
Durante suas pesquisas descobriu o SUPERSPEAK, um aplicativo que foi lançado em Julho de 2015, que permite que as crianças se comuniquem com pais, amigos e professores através do celular, tablete e computador, pois a comunicação é a área mais afetada do transtorno do Espectro Autista.
O objetivo do SUPERSPEAK é evitar crises de estresse da criança, pois se sabe que crianças com TEA tem um nível de estresse maior que uma criança sem problemas. Para isso a professora usa o aplicativo em um tablet, onde foi montada uma pasta com imagens referente a situações do cotidiano do João Paulo na escola. Basta ele clicar nas imagens para construir frases. Por exemplo, quando ele quer colorir, basta clicar na imagem do lápis de cor, se ele tem vontade de comer, ele clica em uma fruta, doce ou bebida, se quer ir ao banheiro, clica na imagem que indica sua vontade para mostrar seu desejo.
 Através desse aplicativo a professora conseguiu interagir com o aluno criando um vocabulário adaptado.

Alessandra de Paula, Marcilene das Graças, Mirian Alves e Suely Pereira

ADOLESCENTE CRIA APICATIVO PARA ALUNOS COM TRANSTORNOS EDUCACIONAIS

ADOLESCENTE CRIA APLICATIVO PARA ALUNOS COM TRANSTORNOS EDUCACIONAIS


Aplicativo com perguntas relacionadas ao assunto trabalhado em sala de aula auxilia no desenvolvimento de alunos com Transtornos Educacionais.
Uma adolescente do interior de Minas Gerais criou um aplicativo que possibilita a interação de alunos com Transtornos Educacionais no ambiente escolar, bem como, no desenvolvimento de tarefas de casa. O aplicativo tem como principal função, trabalhar assuntos que foram tratados dentro de sala de aula, visto que os temas tratados são colocados para os alunos através de perguntas, incentivando--os a estudar e aprender, usando uma ferramenta que eles adoram: o celular.
Maria Eduarda, aluna de um colégio particular do interior de Minas Gerais, sabe, desde cedo que a tecnologia é importante para o desenvolvimento intelectual dos alunos e adolescentes e como ela ajudou a transformar a vida das pessoas. A inspiração veio de uma notícia lida há um tempo em um jornal. E um tio que é formado em Programação de Sistemas ajudou na criação do aplicativo.
O banco com perguntas pode ser criado pelo professor, visto que ele terá acesso ao aplicativo após se cadastrar. O educador monta as perguntas de acordo com aquilo que trabalhou em sala, além de deixar um espaço para comentários e dúvidas dos pais para ajudar os filhos a encontrar as respostas. Os alunos também precisam ser cadastrados.
¾ A ideia de criar um aplicativo com perguntas foi uma ideia que tive depois de ler uma notícia na internet e ver as dificuldades de dois amigos, que tem o TDAH, eles sempre me procuravam para ajudá-los a fazer as tarefas de casa, por não terem entendido a matéria que foi dada ¾ explicou a adolescente.
 O Agora eu Aprendo, nome dado ao aplicativo pela adolescente, pode ser baixado gratuitamente para todos os sistemas operacionais. A iniciativa da aluna, não tem fins lucrativos, visando sempre o melhor para os colegas.
Uma empresa da cidade resolveu ajudar e apresentou a ideia à Secretaria de Educação Municipal da cidade, financiando todo custo que o aplicativo gerar, incentivando a adolescente a criar mais aplicativos.
O aplicativo foi muito bem aceito por todos os professores da cidade e a Secretaria de Educação procurou saber mais sobre ele para colocá-lo disponível para seus alunos. A adolescente explicou sobre o projeto e como ele vai ajudar no desenvolvimento dos alunos, já que os transtornos não estão somente em um lugar, mas em todas as escolas. A decisão da aderência ao aplicativo foi questionada por alguns professores e a aluna palestrou sobre o projeto para diretores, professores e para a secretária de educação da cidade.
Os professores da rede municipal serão cadastrados no app pelas diretoras das escolas e Maria ensinou todos eles como trabalhar com o aplicativo.
¾ O aplicativo vai ajudar muito dentro e fora da sala de aula, já que nós, professores, poderemos criar perguntas que podem servir como Para Casa dos alunos e poderá ser acompanhado não só por nós, mas pelos pais, diretora e supervisora ¾ avalia Marina, professora da rede municipal de educação. A adolescente está criando fóruns para auxiliar os professores.
Para a secretária de educação do município, o aplicativo pode melhorar a cada dia, com mais fóruns e os professores podem ajudar no desenvolvimento do mesmo.
             O aplicativo está sendo testado, para mais tarde, ser oferecido para outras cidades.
            ¾ Nunca pensei que uma ideia de um sábado à tarde fosse ajudar tantas pessoas. Estou feliz por ajudar não só os alunos da minha escola ¾ complementa a criadora do aplicativo.
            O tio de Maria Clara, que ajudou a programar o aplicativo fala que a sobrinha ficou muito feliz em ajudar tanta gente e que o trabalho não para. Agora, os dois, juntos, estão criando um aplicativo que deixará a vida dos professores mais fácil.
            ¾ Com a criação do Agora eu aprendo, a Maria empolgou e quer muito mais, ela quer facilitar a vida de todos na escola, e quer criar um aplicativo para os professores, estou disposto a ajuda-la ¾ explica Ricardo, tio da idealizadora do aplicativo.
           
Gustavo Lataliza Maciel

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

PROFESSORA DE ENSINO FUNDAMENTAL FAZ USO DO PROGRAMA DOSVOX

PROFESSORA DE ENSINO FUNDAMENTAL FAZ USO DO PROGRAMA DOSVOX




Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwNMS2f18RWhP9AI60880rZuux4EPWtykfY4r5puqqk0mvmgwj-ohafoeqEc3dmg_57tT6-TvtsfSo_9mF-sgm_1rlyPwE7Pat0a3Kefw3n81iC5KymQfiTtNJdbOiBelNnxRWcstgW9X4/s1600/20131015172332.JPG

Compreendendo que o uso de tecnologias se faz cada vez mais constante para facilitar e direcionar o trabalho em sala de aula, não se pode esquecer que recursos tecnológicos devem fazer parte das práticas inclusivas nas escolas. Sendo regente de uma turma de quarto ano do ensino fundamental, com trinta e dois alunos, sendo  dois deficientes visuais, a professora Marília percebeu as dificuldades enfrentadas nos processos de interação entre colegas nas conversas sobre pesquisas feitas na internet. Pensando nisso, ela decidiu trabalhar uma prática inclusiva diferente, levando todos alunos para a sala de informática  e ensinando-os a utilizar o programa Dosvox.
O DOSVOX é um sistema computacional, baseado no uso intensivo de síntese de voz, desenvolvido pelo Instituto Tércio Paciti (antigo Núcleo de Computação Eletrônica (NCE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e é destinado a facilitar o acesso de deficientes visuais a microcomputadores. A partir da disseminação apoiada por diversas instituições de renome como o Instituto Benjamin Constant, no qual tem sido utilizado na educação básica de crianças e jovens deficientes visuais, o DOSVOX ganhou credibilidade e veio a tornar-se o sistema de acessibilidade mais usado no Brasil, segundo informações do Wikipédia.
A professora Marília trabalha na rede pública de ensino há mais de cinco anos, com alunos do ensino fundamental-anos iniciais e sempre buscou novas maneiras de atuar em sala de aula e forma s para tornar as aulas cada vez mais criativas e produtivas, ensinando seus alunos a utilizarem os recursos tecnológicos para facilitar os processos de ensino e aprendizagem. Neste segundo semestre, ela se deparou com algo novo em sua classe: a inclusão de dois alunos deficientes visuais.
Percebendo que os demais alunos se fizeram bastante receptivos aos novos colegas, ela também observou que os alunos cegos não possuem familiaridade com tecnologias, principalmente com microcomputadores. Para reverter a situação, decidiu solicitar à direção da escola que fosse instalado o Dosvox em todos os computadores da sala de informática, explicando a importância desse programa para o desenvolvimento das aulas com alunos deficientes visuais.
“A solicitação foi aceita, e a aula inicial foi incrível!”, diz a professora. O sistema operacional DOSVOX permite que pessoas cegas utilizem um microcomputador comum para desempenhar uma série de tarefas, adquirindo um nível de independência relativamente alto, tanto no estudo quanto no trabalho. Dessa forma, os alunos deficientes podem participar das aulas no laboratório de informática juntamente com os demais colegas de classe, interagindo e participando, sendo realmente incluídos.
Para explicar o funcionamento do sistema, todos os alunos tiveram a oportunidade de conhecer e aprender um pouco sobre como o Dosvox funciona. Os alunos cegos ficaram maravilhados com a possibilidade de também poderem participar das aulas diferenciadas no laboratório de informática, e os demais alunos se surpreenderam com a possibilidade dos dois novos colegas poderem utilizar o computador como eles.
“Agora os alunos cegos poderão fazer pesquisas na internet, e participar das aulas no laboratório de informática de um jeito muito mais que inclusivo, um jeito interativo”, fala Marília.
A direção da escola considerou de grande relevância a iniciativa, pois atividades com o uso de computadores são frequentes e com o Dosvox os alunos com deficiência visual poderão participar normalmente. Esse é mais um exemplo do uso de tecnologias a favor da inclusão. 

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcCOUZAD8hJc8xLpVETD7yMVrjkYCEYMja-t2xkHGpa31LFVDS1kBtAmrRpUzurPte28OpCLq9dtUbmWL63oS1lI2HPjNOHElm9_UuVnLi0a7JKe58WywQDeULY_pd1Cgh2lW5kCTEm_0j/s1600/dosvox+4.png

Silvia Danizete e Izaías de Castro