terça-feira, 22 de agosto de 2017

TECNOLOGIA ASSISTIVA ACELERANDO A INCLUSÃO DE DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA

TECNOLOGIA ASSISTIVA ACELERANDO A INCLUSÃO DE DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA

Esse aplicativo permite que os portadores de deficiência visual usem celular, tablet ou computador, que possuem tela sensível ao toque, touchscreen, pois ao, tocar, selecionar ou deslizar o dedo em alguma parte da tela o app oferece um suporte de voz que fala o nome de cada ícone, pasta ou aplicativo que possui nela.
O bibliotecário, da Escola Estadual de Lagoa, Wilson Gonçalves, tem realizado, desde de fevereiro desse ano, o projeto leitura em movimento, tem o intuito principal de despertar o gosto pela leitura nos alunos do ensino fundamental II. Esse projeto funciona uma vez por semana na biblioteca da escola, e permite que aluno escolha um dos livros, dispostos nas mesas da biblioteca. Os estudantes fazem a leitura e depois apresentam para os colegas o que ele leu e mais gostou no livro. Todavia, o bibliotecário percebeu que cinco alunos, deficientes visuais, não participavam ativamente desse projeto, por mais que as professora de apoio os ajudassem, o interesse e desempenho não era satisfatório.  
Diante disso, o bibliotecário teve a ideia de usar o aplicativo Google Talkback. Usando os tablets que a escola havia adquirido, Wilson instalou o aplicativo, digitou os livros e salvou na tela principal dos aparelhos. Os tablets foram distribuídos para os alunos especiais, que com a ajuda da professora de apoio, começaram a usar o aplicativo supracitado. Com o método usado, os alunos conseguem ouvir o que está escrito nos livros e contar aos colegas a história que mais gostou. Com isso, esses alunos passaram a acompanhar o restante da turma, e foi notada uma melhora no desempenho, na participação e interação nas aulas de leitura.
Esta TA foi passada para todos os professores, que adaptaram as aulas para esses alunos especiais e com o passar dos dias, observou-se que não só o desempenho e participação desses alunos aumentaram consideravelmente, como também, a aprendizagem e o relacionamento com os colegas, deixando-os mais experientes e no mesmo nível do restante da turma.
Este app vem transformando a vida desses alunos não só na escola, mas também em casa, pois o mesmo é gratuito e não precisa de internet para funcionar. Assim, eles também conseguem se manter atualizados e podem conversar com os amigos por meio da internet, vivendo de forma muito mais integrada e sociável com as pessoas.
É importante lembrar que o Google Talkback só funciona em aparelhos que possuem telas touchscreen e sistema Android. Além disso, se o deficiente visual não quiser o auxílio de uma pessoa para realizar as tarefas, ele precisa aprender, “decorar” vários gestos para conseguir utilizar todos os recursos do aplicativo.
Dado o exposto, pode-se afirmar que a tecnologia trouxe um avanço na vida escolar e social dos alunos especiais da Escola Estadual de Lagoa, que agora conseguem acompanhar as atividades dadas aos seus colegas. É a tecnologia a favor da inclusão!

Wester Sanderson Ferreira, Mariana da Silva e Mary Gomes

APLICATIVO E UTILIZADO EM REDES DE ENSINO ESPECIALIZADO PARA AUXILIO NA INCLUSÃO

APLICATIVO E UTILIZADO EM REDES DE ENSINO ESPECIALIZADO PARA AUXILIO NA INCLUSÃO

A Rede de ensino em sete lagoas especializada em crianças com deficiência vem inovando de forma inusitada a comunicação desses alunos, o diretor Marcelo Fernandes resolveu juntamente com o grupo de TI que faz parte do corpo docente da escola buscar um aplicativo que possa possibilitar os alunos que não fazem uso da fala, se comunicarem mostrando seus desejos tanto para os colegas quanto para os professores.
Em todas as situações da vida e em qualquer idade as pessoas são afetadas pelas consequências da dificuldade de comunicação. Os pais e professores de crianças com deficiência   graves de comunicação têm um contato mais empobrecido com as mesmas. Muitas vezes o próprio processo de ensino tradicional exclui as crianças com dificuldade de comunicação e linguagem. A interação com os adultos, principalmente com os pais e professores, transmite às crianças milhares de informações, onde elas aprendem a linguagem {inclusive a linguagem corporal, não verbalizada} e adquirem conhecimentos, valores e normas da sua cultura). Os sentimentos de autoestima, autonomia e valorização pessoal também estão fortemente associados à capacidade de um indivíduo expressar-se. As pessoas que não são capazes de expressar seus próprios sentimentos, desejos e interesses, têm reforçado o seu sentimento de inferioridade. Crianças com deficiências graves podem ter uma atitude de passividade aprendida e grande dependência dos outros; para que elas tenham uma maior compreensão do que acontece à sua volta e maiores possibilidades de expressarem suas próprias necessidades, é preciso que haja o desenvolvimento da capacidade de comunicação. Isto também lhes permitirá o acesso às atividades mais complexas.
Uma criança com perda auditiva tem suas alegrias e desafios particulares. O cultivo da independência tanto em casa como fora é um hábito encorajador e positivo. Assim que a criança for crescendo terá chance de participar em mais ambientes, com mais indivíduos que deverão saber como oferecer ajuda e suporte, principalmente no ambiente escolar, pensando nessa situação de inclusão a escola Dom Silvério conhecida por ser inovadora no mercado onde os alunos não utilizam tanto os cadernos como nas escolas tradicionais, o material escolar e todo gerido através de pasta enviadas via e-mail e aulas através da internet onde todos conseguem acompanhar.
Assim diante desse ambiente dinâmico os TIs resolveram utilizar com os alunos que possuem deficiência o aplicativo Que-Fala, que trata se de uma solução para tablets e smartphones que possibilita a comunicação de pessoas com deficiência. Trata-se de uma prancha digital que pode substituir as pranchas de papel geralmente empregadas no tratamento de pacientes com dificuldades na fala. Trata-se de uma tecnologia assistiva de alto impacto baseado nos conceitos técnicos e científicos da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa (CSA). Com o Que Fala, Os alunos podem interagir diretamente com interlocutores por meio de seus equipamentos, sem a necessidade de intermediários. O aluno Gustavo em nota sobre o aplicativo disse que mesmo sendo surdo consegue se comunicar com seus colegas de classe sem nenhuma dificuldade e é entendido por todos, ele deixa claro que é muito emocionante poder ser atendido pelos amiguinhos de classe que o acompanham nas necessidades. 

PLAYDOWN, A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

PLAYDOWN, A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

No contexto de promoção do Atendimento Educacional Especializado (AEE) a Escola Municipal Augusto de Vasconcelos (EMAV) de Sete Lagoas organizou sua proposta de atendimento seguindo objetivos e diretrizes da Política Educacional de Atendimento Especializado atendendo ao disposto na legislação que assegura o acesso de todos a uma Educação Inclusiva.

A professora de português Vera Lúcia Martins, do (AEE-EMAV), em Sete Lagoas, Minas Gerais, desde 2016 vem realizando um trabalho na educação inclusiva utilizando o aplicativo “PlayDown” em suas aulas, visando integrar os alunos com Síndrome de Down ás tecnologias disponíveis no mercado.

PlayDown é um aplicativo gratuito desenvolvido para crianças com Síndrome de Down e alguma limitação intelectual. Possui em sua plataforma a função educativa, exercitando o raciocínio, o autodomínio através dos estímulos sonoros, das cores, das formas, dos números e das letras, auxiliando também na memorização. Além disso o aplicativo contém 10 jogos, e alguns muito estimados pelos alunos tais como o desenho livre, caça animais, ligue os pontos, jogo da memória entre outros que a medida que o jogador passa de nível, os desafios aumentam, a versão atual do aplicativo pode ser utilizada em smartphones, tablets e computadores. O PlayDown foi ganhador da Feira Tecnológica do Centro Paula Souza (FETEPS 2015) na categoria Inclusão Social.

O (AEE-EMAV) como é conhecido no município se tornou referência na educação inclusiva em Sete Lagoas, realizando o atendimento de estudantes do 1º período ao 5º ano, e conta hoje, com cerca de 9 alunos com Síndrome de Down.

De acordo com a diretora da escola, Terezinha de Souza Pimenta, a utilização do aplicativo trouxe inúmeras vantagens aos alunos e familiares. “O aplicativo vem promovendo maior autonomia para as crianças e mudanças para atender as diversas atividades, assegurando aos educandos condições de acesso participação e aprendizagem; e por ser um aplicativo gratuito os pais podem acompanhar o desenvolvimento do filho e dar continuidade nas atividades em casa, permitindo uma melhor integração e acesso à tecnologia”, afirmou.

Para a professora Vera Lucia, o aplicativo trouxe mais qualidade durante a elaboração do plano de aula, tornando o mais criativo, com propostas diferenciadas além de ter aumentado o interesse dos alunos, garantindo uma melhor fixação de conteúdos e possibilitando a redução nos custos com materiais de apoio, que antes eram impressos no papel, colaborando ainda na conscientização ambiental na sala de aula.


Referências:

Aplicativo: PlayDown

Aplicativo:PlayDown_http://brasil.estadao.com.br/blogs/vencer-limites/playdown/ Acesso em: 12/08/17.



Raquel Aparecida da Silva

Aplicativo amplia inclusão social de pessoas com deficiência auditiva

Aplicativo amplia inclusão social de pessoas com deficiência auditiva


Um projeto de tecnologia inovadora está promovendo a inclusão social de pessoas com deficiência auditiva. O aplicativo Giulia – Mãos que falam foi desenvolvido em Manaus e tem como objetivo auxiliar pessoas surdas a se comunicarem com as pessoas ouvintes que não conhecem a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Criado pelo professor Manuel Cardoso, doutor em Ciências, e um grupo de engenheiros do Amazonas, o projeto oferece diversos recursos de comunicação, inclusão e interação para pessoas com deficiência auditiva.
Para utilizar o aplicativo, é necessário ter um smartphone ajustado ao pulso do usuário, com um sensor chamado magnetômetro – capaz de medir dados como a intensidade direção e sentido de campos magnéticos em volta.  Ele é ativado quando o surdo faz os sinais em Libras, reconhecendo os movimentos e sintetizando em voz eletrônica o que corresponde cada gesto  sinal em português. “O Projeto Giulia vai aproximar os deficientes auditivos de outras pessoas e comunidades e proporcionará mais qualidade e liberdade de se comunicar”,  conta Cardoso.
Este aplicativo esta sendo usado dentro do Colégio Franciscano Regina Pacis com uma aluna que tem deficiência auditiva, o nome dela é Natalia Aparecida Ribeiro ela tem 11 anos de idade e está cursando  o 5º ano . O aplicativo esta sendo usado com a aluna em todos os setores da escola, na sala de aula, na hora do recreio, na educação física, e com isso ela pode interagir  diretamente com todos os funcionários e  professores, sem  haver  necessidade de ter uma auxiliar diretamente com ela para ficar explicando as coisas  para as outras pessoas que não sabem os sinais de libras. E para seu aprendizado ficou mais fácil para ela poder perguntar para as pessoas as coisas que ela tem duvida e de imediato já  ter as respostas.
Além da função de tradutor, o aplicativo reúne outros recursos disponíveis: a leitura de códigos de barra e QR Code em cardápios, caixas de remédios, opções de localizador, alerta, chat, babá eletrônica e despertador. “Identificamos muitas aplicações para facilitar a vida dos deficientes auditivos em situações cotidianas como uma visita ao médico, ir à escola, caso precise de algum atendimento em delegacia e até para se comunicar com seus familiares que desconhecem Libras. O aplicativo torna a comunicação possível e garante mais segurança ao deficiente auditivo”, destaca Cardoso.
O aplicativo já está disponível para download gratuito na PlayStore, onde estão definidos os ambientes prioritários de acessibilidade dos surdos como hospital, polícia, farmácia , lojas e escolas.
 Ademir Izabel Pereira

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

NOS PEQUENINOS ESTÁ A PERPETUAÇÃO DA IGREJA NO FUTURO.

NOS PEQUENINOS ESTÁ A PERPETUAÇÃO DA IGREJA NO FUTURO.

Fonte: http://missoesinfantil.blogspot.com.br/
Faz-se muito necessário a missão integral da igreja de evangelizar. Principalmente as crianças necessitam conhecer e ter o conteúdo da fé cristã alicerçada no amor a Deus e ao próximo. Na igreja em Cristo somos um!
Aos sete dias do mês de agosto de 2017 o discente do curso de bacharelado em Teologia da Uninter efetuou uma visita programada na creche São José Operário em Sete Lagoas - MG, esta visita foi previamente agendada com a direção da creche e autorizada com o limite de permanência de trinta minutos e horário definido para as nove horas logo após o intervalo de atividade de alimentação no salão refeitório.
Estavam presentes vinte e duas pessoas no recinto, dentre elas quinze eram crianças atendidas pela creche e sete adultos colaboradores. A recepção foi iniciada pela apresentação do discente pela diretora da creche que pediu a atenção de todos para a mensagem de amor que seria transmitida.
O discente preparou e executou uma prática que se fundamentava na função da igreja de evangelizar. A prática foi dividida nas etapas: apresentação do orador e de sua função de evangelizador; momento lúdico de apresentação musical com duas canções executadas pelo discente ao violão; homília intertextual bíblico; momento de oração; e agradecimento pela participação de todas as crianças e colaboradores.
O cuidado com as crianças pressupõe a condição peculiar de desenvolvimento em que os processos de aprendizagem são subjetivos e exigem por parte de suas referências a disposição de transferir o conhecimento. Jesus afirma que o Pai não quer que nenhum dos pequeninos de perca (Mateus 18.14), portanto é responsabilidade da educação cristã o acolhimento da demanda do cuidado para com a criança.
A igreja deve se posicionar a favor da dignidade e do respeito para com o cuidado das crianças, conforme o próprio ensinamento de Cristo. Nos pequeninos está a perpetuação da igreja no futuro, nessa igreja o que se ensina hoje é o que se pode colher de frutos para a humanidade amanhã.  

Roni Raggi

Escolas Municipais recebem softwares para inclusão de alunos deficientes visuais

Escolas Municipais recebem softwares para inclusão de alunos deficientes visuais


Fonte: http://www.carlosbritto.com/associacao-dos-deficientes-visuais-de-petrolina-conclui-curso-de-informatica-para-turma-de-22-alunos/
As escolas Municipais de Matozinhos/MG adquiriram neste mês de agosto dois programas para atender aos alunos com deficiência visual: O JAWS e VIRTUAL VISION. Estes programas são Softwares desenvolvidos justamente para atender a realidade desse público, o que facilita muito o aprendizado e a inclusão dos alunos  de baixa visão ou cegos.
O número de alunos com deficiência visual no município aumentou nos últimos cinco anos por isso a secretaria de educação  viu a necessidade de adquirir mais estes dois programas. A escola já utilizava o programa  DosVox que é um  sistema operacional que permite que pessoas cegas utilizem um microcomputador comum (PC) para desempenhar uma série de tarefas, adquirindo assim um nível alto de independência no estudo e no trabalho, este programa é gratuito o que não gerava nenhum custo para escola .
A informática adaptada para o deficiente visual tem três tipos de programas: os leitores de tela, os ampliadores de tela e os digitalizadores de texto. Os leitores, como o próprio nome sugere leem tudo o que está na tela do computador, seja texto, Access, Power point, linguagem de programação, e-mail, MSN, etc. Por isso, são ideais para os cegos totais. Os ampliadores são bons para os chamados baixa visão. Como o programa amplia os ícones, as imagens, as letras e cria contrastes, facilita a leitura de quem tem a patologia da baixa visão, ou seja, não é totalmente cego. Já os digitalizadores transformam textos em sons. “Todos são muito bons, mas cada um atende a uma realidade específica”.
Estes programas adquiridos para as escolas não são limitados a disciplinas,  podem ser utilizados em todas as matérias e para toda Faixa etária e serão instalados nas máquinas das salas de recurso.

Lidianni Roberta Sales Santos

COLÉGIO REGINALDO FRANÇA TEM COMO ESTRATÉGIA A INCLUSÃO SOCIAL DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

COLÉGIO REGINALDO FRANÇA TEM COMO ESTRATÉGIA A INCLUSÃO SOCIAL DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA



O Colégio Reginaldo França localizado na cidade de São Jorge/MG trabalha há mais de 20 anos com alunos do ensino fundamental e médio. Ao receber o aluno Davi Lopes de 12 anos, que nasceu com deficiência auditiva, a escola sentiu a necessidade de adotar nesta última sexta-feira (18), como ferramenta pedagógica de inclusão social o aplicativo VLibras. Este aplicativo está sendo anexado ao planejamento educacional e consequentemente fará parte da grade curricular dos próximos anos. Esta medida visa atender a necessidade de integrar no ambiente escolar não só o Davi mais também futuros alunos em todas as disciplinas.
 O VLibras é um aplicativo gratuito oferecido tanto para computador como para smartphones e tablets. Sua principal funcionalidade é a tradução de texto, voz e imagem da língua portuguesa para a Libras (Linguagem Brasileira de Sinais).
 Assim como Davi, aproximadamente 70% dos deficientes auditivos sentem dificuldade com a língua escrita de seu país, isso pelo costume excessivo que eles têm pela comunicação visual. Com o intuito de facilitar o problema dessas pessoas em 2015 na Paraíba Tiago Maritan e sua equipe de estudantes de Ciências da Computação fundaram o aplicativo VLibras, mas somente em 2016 estava disponível para ser baixado.
 Esta ferramenta virtual contém uma simples interface que é conduzida por um personagem intérprete 3D. Ele é o responsável por tornar o aplicativo mais interativo e de claro entendimento.
 O tradutor pode ser usado por todo tipo de pessoa, independente da faixa etária, sendo deficiente, ou não.
 Segundo Kátia, professora de Davi, este aplicativo contribui significativamente para a interação daqueles que querem aprender a se comunicar através da língua de sinais. Ainda acrescenta que apesar de depender de acesso a internet, a tradução é fácil, possui dicionário, e a velocidade pode ser controlada de acordo com o grau de dificuldade do indivíduo.

Izabella  Araújo, Jade de Almeida e Jéssica Natana